O obvio também precisa ser dançado


Eu aposto que se você dança, você já passou por algum momento de crise com a sua CRIATIVIDADE! Acertei?






O Arrebatamento não depende da inovação e sim da emoção!

Muitas vezes ficamos absolutamente preocupados em surpreender, pensar fora da caixa, sermos AS DIFERENTONAS do mundo bellydance.

Está tudo bem buscar autenticidade em sua dança.

É válido e muito importante.

O problema, a meu ver, é quando essa busca ultrapassa a nossa vontade de ser fiel a música em todos os sentidos.

Fiel: Substantivo feminino, característica do que demostra zelo! (Dicionário)

Não só pensando em leitura musical, mas também pensando na fidelidade ao estilo, a energia (ou vibe) que a música transmite e ao que você quer expressar com cada movimento dançado.


Normalmente a criatividade vem acompanhada de um julgamento. Quantas vezes você não monta uma sequência ou faz uma performance e sai com aquela sensação de mesmice?


Parecido? Quem sabe... Igual? Nunca!

Ok, você realmente pode ter ficado na mesmice, pode ter sido morno, pode ter sido repetitivo, acontece.


A questão é que sair disso e ir para um outro extremo também não é jogo!


Vou te sugerir o seguinte: quando você começar a coreografar ou estudar uma música para dançar, ao invés de pensar o quão sensacional, autêntico e criativo você precisa ser, mude o foco para: VOU OUVIR A MÚSICA, OBSERVAR AS SENSAÇÕES QUE ELA TRAZ E DANÇAR RESPEITANDO A ENERGIA, ESTILO E NUANCES DE CADA INSTRUMENTO.


Para concluir, uma reflexão sobre a criatividade, a mesmice e a coreografia:

Uma música não é igual a outra, se você a respeitar com certeza você já estará mais próximo de atingir uma dança mais criativa e mais longe de ficar bloqueada com tanto julgamento.


Gostou da leitura?

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